As estrias deram as caras quando você foi à praia?



Você provavelmente já reparou: é só tomar um solzinho que elas ficam ainda mais evidentes. Para saber o porquê, continue lendo e entenda como as estrias respondem à longa exposição ao sol.

Primeiramente, a estria nada mais é do que a ruptura de fibras elásticas, que leva a uma cicatriz atrófica (sem a costura feita a partir de pontos).

POR QUE ELAS FICAM MAIS EVIDENTES? Quando passamos horas no sol, pegando aquele bronze dourado que esperamos o ano inteiro para desfrutar, elas ficam mais evidentes. Mas por que?

A explicação é simples: porque as estrias têm menos melanócitos (as células responsáveis pela formação do pigmento) e não ficam “bronzeadas” como o restante da pele. Além disso, os raios ultravioleta potencializam o tom avermelhado das marcas mais recentes devido à grande dilatação dos vasos sanguíneos.

NÃO É SÓ A APARÊNCIA A longa exposição ao sol pode deixar a pele ressecada e até mesmo facilitar o aparecimento de novas marcas. Para prevenir os danos que os raios ultravioleta podem causar na pele (incluindo envelhecimento processe, ressecamento e, em casos graves, câncer de pele) o ideal é investir na proteção solar e não esquecer que a pele precisa de hidratação diária!

COMO TRATAR? Os tratamentos podem envolver o uso de ácidos em cremes noturnos, hidratantes especiais e até peelings ou lasers. Mas é sempre importante ter em mente que a melhora acontece de forma gradativa, ao longo de alguns meses e que, como qualquer cicatriz, a estria não vai desaparecer por completo, mas sim, se tornar mais discreta e, em alguns casos, quase imperceptível (quando tratadas precocemente, principalmente).

Saiba um pouco mais sobre alguns tratamentos:

ÁCIDO RETINÓICO: é uma substância derivada da vitamina A, que promove a

PEELING: Os peelings químicos possuem uma formulação que provoca uma leve esfoliação na pele. Essa ação estimula a microcirculação da região afetada e forma novas fibras de colágeno, que ajudam a suavizar as marcas já existentes.

LASER FRACIONADO: gera pequenas áreas de dano térmico, além da cicatrização do tecido lesado, promovendo a produção de colágeno.

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