O que comer no verão para proteger a pele?



Verão é bom, né? Sol, praia, clube… Mas curtir as temperaturas mais altas do ano exige cuidados específicos com a saúde!

Nessa época do ano é importante ter atenção redobrada em relação à hidratação, por dentro e por fora. Por isso, além de aumentar a ingestão de líquidos e abusar da água, do suco de frutas e da água de coco, é FUNDAMENTAL aplicar um bom hidratante todos os dias, isso ajuda a manter a quantidade adequada de água na pele, garantindo um aspecto viçoso e saudável.

Mas além dos líquidos, alguns alimentos podem ajudar na prevenção aos danos que o sol causa à pele. Anote aí uma lista para sair do sacolão com tudo que sua pele precisa:

  • cenoura;

  • abóbora;

  • mamão;

  • maçã;

  • beterraba.

O que esses alimentos têm em comum que é tão poderoso para a pele? Todos esses alimentos são ricos em carotenoides, uma substância que se deposita na pele e tem importante ação antioxidante.

Além disso, não é tão difícil manter uma alimentação saudável no verão, uma vez que o clima favorece a ingestão de alimentos mais leves e refrescantes (a dica é investir em frutas na hora de se refrescar!).

Nessa época, em geral, acabamos optando por carnes grelhadas, alimentos crus e cozidos; frutas e legumes com alto teor de água e fibras e baixo de carboidratos. Esses são pontos muito positivos da alimentação nessa estação, uma vez que além de ajudarem na hidratação do corpo, previnem doenças e adia os sinais do envelhecimento.

Também é importante prestar atenção nos detalhes: a temperatura do banho também pode ressecar a pele, nessa época dê preferência à água fria ou morna. Por isso, na hora do banho, o ideal é que se use sabonetes compatíveis com o tipo de pele, porém, sem excesso.

Já que estamos falando de verão e pele, vale lembrar que a combinação sol, areia, praia, piscina e excesso de suor elevam o risco de algumas doenças da pele. Saiba mais a seguir:

Micoses: infecções causadas por fungos e que podem ocorrer na pele, unhas e cabelos. Quando encontram condições favoráveis ao seu crescimento, como calor, umidade e baixa de imunidade, estes fungos se reproduzem e passam então a causar a doença. Os pés, a virilha e as unhas são os lugares mais comuns em que elas aparecem, mas isso não significa que outras partes do corpo estejam imunes. Vale lembrar que ninguém está livre delas, crianças, jovens, adultos e idosos. A melhor forma de evitá-las é manter hábitos de higiene, como: secar-se bem após o banho, principalmente áreas de dobras da pele, como virilha, entre os dedos dos pés e axilas. Deve-se também evitar andar descalço em pisos constantemente úmidos (lava-pés, vestiários, saunas). Recomenda-se, ainda, evitar calçados fechados o máximo possível, optando pelos mais largos e ventilados. Importante também é usar somente o seu material para manicure.

Brotoejas: pequenas bolinhas que surgem, especialmente em bebês, devido ao contato da pele com o suor, principalmente nas “dobrinhas” da própria pele ou das roupas. Podem ser bolhas transparentes com pouca coceira ou “bolinhas” avermelhadas que coçam bastante. Usar roupas leves e soltas e evitar locais muito abafados que propiciam a sudorese excessiva são algumas dicas para evitar brotoejas, sobretudo em pessoas predispostas.

Manchas e sardas brancas: as manchas e as sardas brancas surgem devagar e, quando menos se espera, lá estão elas. Representam danos que os raios solares causaram na pele e aparecem gradativamente com o tempo, principalmente nas áreas expostas da pele.

As manchas senis ou melanoses solares, em geral, são escuras, de coloração entre castanho e marrom. Surgem em áreas que ficam muito expostas ao sol, como a face, o dorso das mãos e dos braços, o colo e os ombros. Já as sardas brancas aparecem quando há ação acumulativa da radiação solar sobre áreas de pele expostas ao sol de forma prolongada e repetida ao longo da vida. A melhor forma de evitá-las é não se esquecer do protetor solar. Essas lesões são benignas, não evoluem para o câncer da pele, entretanto, recomenda-se avaliação pelo dermatologista para diferenciá-las de lesões suspeitas, que merecem uma avaliação mais detalhada.

Acne solar: provocada pela mistura da oleosidade aumentada da pele, sudorese, uso do filtro solar e da própria radiação solar. Recomenda-se lavar o rosto com um sabonete adequado para o tipo de pele, usar tônicos mais adstringentes e filtros solares com base aquosa ou em gel, o que pode diminuir a oleosidade.

Fonte: Sociedade Brasileira de Dermatologia

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